Keep Walking Bar

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Keep Walking Bar

Mensagem por Angelinne B. Foster em Sab Jun 16, 2012 9:23 pm


Keep Walking Bar


Saudações, Convidado. Bem-vindo ao Keep Walking Bar.

Um bar turístico. As paredes são decoradas com imagens, fotos e objetos típicos de londres, bem como telefones antigos e cabines. As pessoas costumam visitar o bar por causa do dono, o amistoso Johnny, que trata todos com bastante energia e afeto. É o único garçom do local, e por isso está sempre andando pra lá e pra cá. O lugar é bem aconchegante.
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Stanley L. Fuhr em Sex Dez 07, 2012 12:44 pm

Embora poucos concordassem, eu precisava de um tempo para um descanso. Tudo aquilo, a sensação incômoda de poder ser mais do que já é, a ascensão ao poder, as novas cicatrizes, tudo me fazia crer que eu apenas precisava relaxar a mente por um curto periodo de tempo para poder voltar tranquilo ao mundo real. E como algo mais do que um simples agente da SHIELD.

Fiz minha ida até a cidade inglesa em um trem, daquele confortáveis. Adorava a sensação desse mundo novo: me sentava num banco confortável, bebia uma ou outra coisa que ofereciam, mordiscava uns aperitivos e depois aproveitava a vista. Aí chegava no destino, me mandavam embora e eu estava por minha conta. Parecia algo distante, que não estava acontecendo comigo.
A melhor parte era que era tudo financiado pela corporação. Demais isso.


- Uma bebida de qualquer um legal aí. - Atrás do balcão do bar, havia alguma centena de licores, whiskies, tequilas e coisa em geral. - Whisky, por favor.

Não estava bebendo pra beber, apenas para dar uma acordada. Sentei-me num desses bancos que ficavam a mercê do balcão, depositei minha carteira - para aliviar meu bolso - em cima do mesmo e deixei a Desert Eagle, recém comprada, na parte de dentro do casaco, na frente. Estava relativaente frio. Era inverno no hemisfério norte, não podia me esquecer disso.

Não estava usando nada que me identificava como SHIELD, mas por baixo do casaco usava uma camisa básica, dessas térmicas, branca com o símbolo estampado. Não queria confusão, então deixei bem coberto. Seria assim, por baixo. Se alguém precisasse de ajuda, foda-se. Não era meu trabalho.


Ei, baseball. Ignorei o clima londrino do local e me foquei na TV, que passava os Yankees contra os Rangers. Era um jogo amistoso, mas não interessava. Queria me distrair um pouco.
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por David C. Gauthier em Sex Dez 07, 2012 3:05 pm




Dando Passeio? Quem sabe...

« Give ME Something »
"Keep Walking? Para dentro? Que nome caricato..."

"Triiiim; Triiiim; Triiiim" -O despertador tocava...-Huuumm, é hoje... -Dizia eu, espreguiçando-me na minha cama. Levantava-me, passava a mão na cara, e notava que realmente estava com sono. Enfim, eu sempre estava com sono ao acordar. Doença? Ou simplesmente extrema preguiça? Quem sabe. Eu não sabia. Nem queria saber de assuntos tão fúteis. Apagava o alarme do despertador, que já me enervava. Humm, o som do despertador era irritante. Sorte a dele ainda estar inteiro.

Dirigia-me à minha grande janela, no meu quarto, e abria os cortinados. Uma luz imensa invadia o meu quarto, segando-me ao mesmo tempo. Com os olhos meios fechados, e com uma mão à frente da cara, dirigia-me para a cozinha. Descia as escadas de imitação de madeira, desconexas, fixadas de lado contra o muro, com a ajuda de um pequeno corrimão do lado oposto, para se manterem fixas. Chegava à tão conhecia "cozinha americana". Era cozinha e sala ao mesmo tempo. Tendo um balcão separando, e servindo do lado de dentro, de mobília adequada para cozinhar. Esta pequena junção inteligente entre a cozinha e sala permitia-me poder ver televisão enquanto cozinhava. Humm, realmente agradava-me este mini duplex. Considerava o quarto de "um perfeito solteirão". Este era eu, sem mais, nem menos.

Do lado de dentro do balcão, começava fazendo as minhas panquecas... Olhava algumas vezes para as horas, tendo cuidado. Ao mesmo tempo, preparava o café na máquina, colocava o grão de café, e pressionava o botão para o moer. É, nada melhor que um café com grão acabado de moer. -Fresh!! -Exclamava eu. Um pequeno almoço fresco e matinal, e de seguida, um bom duche. Meu pequeno programa matinal acabara de começar... As panquecas prontas, colocava-as todas, formando uma torre, num prato fundo. Enchia a caneca de café, colocava dois cubos de açucar, e começava a comer, enquanto via as notícias da manhã. Tragédias, más notícias, celebridades. A única coisa que davam nas notícias... -Tsc, sempre dramáticos na mídia. Estes nunca mudam ao menos...

Pequeno almoço tomado, direção, les toilettes. Despia as "calças" pijama, e ficava natural, tal igual como tinha vindo ao mundo. Tomava o meu duche. Não podia demorar muito, tinha um avião a apanhar. No fim, secava-me, aprontava-me, e ia escolher a minha roupa de hoje... Algo simples. Umas calças Jeans Hugo Boss pretas, com cinto a combinar. Uma camisa azul escura, com algumas bordas pretas, e um blazer Diesel, cinzento escuro. Lindo, eu estava.

Minha mala estava pronta do dia anterior. Bastava dar os retoques finais. Na casa de banho, eu penteava-me. Colocava cera Axe nos dedos, e passava pelos cabelos. Deixava o meu penteado de "natural" e "desleixado", como eu mais gostava, e que pouco trabalho me dava. Lavava os dentes, e fazia cuidado com a roupa. Eu nunca dava os passos certos ao aprontar-me para sair. Enfim. Colocava o meu perfume predileto Lacoste, e arrumava-o numa bolsa da minha mala de viagem. Estava tudo pronto. Carteira, celular, chaves, e mais algumas coisas, tudo nos meus bolsos das calças, enchendo os bolsos como se um ladrão fosse. Velho hábito, imperdível hábito.

De mala na mão, saía de casa. Fechava a porta à chave, e seguia para o elevador. Entrava nele, e deparava-me com uma mulher, loira de óculos negros, vestindo roupas habituais de gente formal. Dizia bom dia, como pessoa educada que sou. Ela retribuia. O tempo até chegar ao rés do chão era algum. Afinal, meu pequeno duplex ficava num andar bem alto, tudo para estar seguro, e ter uma bela vista de Nova York. O tempo passava devagar. Pequenos olhares se trocavam, pequenos sorrisos, mas nada mais. Palavras, zero. Tanto de um lado, como do outro. Porém, a intenção existia. Eu não tinha tempo para fazer o Sr. Sedutor. Não podia começar uma conversa que me fizesse ficar parado num espaço por algum tempo. Uma campaínha tocava levemente. As portas abriam-se, eu dava a passagem à mulher, ela saía do elevador agradecendo, com um sorriso... Eu seguia para a receção do imóvel. Dizia bom dia para o empregado, e despedia-me por uns dias. Quem sabe, semanas. Nada estava certo.

Chegando lá fora, quatro táxis estavam parados, esperando clientes. Entrava no que estava mais perto de mim, colocando a mala dentro do veículo. -Para o aeroporto, por favor... -Dava como indicação, para a minha direção de localidade. O tempo passava, e eu sempre olhava para a janela, invadindo Nova York com o meu olhar profundo. Que cidade mexida, realmente. O trajecto não era muito longo, mas parecia durar algum tempo. Era o que sempre acontecia, quando não era eu a conduzir. Não porque conduzo rápido, sim porque tenho prazer a fazê-lo, e como se diz, tudo o que é bom, tem que acabar rápido. Desse modo, sempre que conduzia, fosse rápido ou devagar, parecia chegar rápido à minha destinação. Humm...

Chegando À entrada do aeroporto, eu saía do taxi, pegava na mala, após o taxista abrir o cofre, e pagava-lhe. Entrando no aeroporto, todos os procedimentos de segurança, Check-in, e outros eram realizados rapida e eficazmente. Tal como eu gostava. No túnel, direcionava-me para o avião. Na fila, esperava com passos lentos de entrar no avião. Finalmente entrava. Sentava-me num lugar encostado a uma janela, como eu sempre gostava. Muito tempo passava, mas finalmente, chegava a Londres. Check-out efectuado, mala de viagem recuperada, olhares sedutores distribuidos às aeromoças, seguia para fora do aeroporto. Novamente o processo de pegar o taxi. Sempre o mesmo. Adentrava, e dizia para me levar para um hotel próximo, quatro estrelas no mínimo. Algum tempo passava, e enquanto isso, admirava Londres. Agora fazia escuro. A diferença do fuso horário era o causador de tal. Era engraçado, na verdade... Chegava em frente a um hotel quatro estrelas. Novamente, o processo de abandonar o taxi. No fim do pagamento, dirigi-me para a receção do hotel. Alguria um quarto.

Fim, quarto alugado, e cartão de banda magnética na mão. Direção, quarto de hotel. Finalmente, após um tempo passado, por ter estado no elevador, mas sobretudo para conseguir encontrar o bom corredor com os números correspondentes do meu quarto, chegava em frente à porta. Passava o cartão no utensílio de metal, e uma luz LED mudava de cor, de encarnado, para verde. Abria a porta. No quarto, pousava a mala de viagem a uns metros da cama. Explorava um pouco o quarto, colocava os meus óculos de sol, apesr de estar noite, e saía. O quarto fechava-se automaticamente. Controlava para ver se estava realmente fechado. Estava.

Saindo do hotel, eu dava um pequeno passeio a pé. Agora de noite estava mais frio, não sabia as horas, pois no meu celular e relógio tinha o horário de Nova York, e realmente, não tinha remarcado para nenhum relógio desde que cheguei a Londres. Não sabia mesmo qual a diferença de fuso horário entre as duas cidades. E não sabia as horas. Sem horas, e com frio, eu procurava um bar, café, ou algo para me refugiar do frio, e poder perguntar as horas a alguém, se em nenhum lado estivessem afixadas. Andava, olhava para o lado, e via Keep Walking Bar... -Keep Walking? Para dentro? Que nome caricato... -Vociferava eu. Sem mais, o bar apenas com o nome já me chamava à atenção. Entrava. Quente. Humm, que bom. Vi-a algumas pessoas dentro, e um homem atento a um jogo de Baseball dos Yankees contra os Rangers. Sentava-me perto dele. Pedia uma Caipiroska. Não sabia se naquele bar faziam, mas esperava que sim. Enquanto esperava alguma ação do empregado, perguntaria ao homem assistindo o jogo de Baseball as horas...


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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Stanley L. Fuhr em Sex Dez 07, 2012 6:30 pm

Um homem, já cansado e desgastado pela vida, trouxe-me o Whisky com um sorriso. Era um chivas junto com um gelo, como normalmente se serve. Beberiquei o cálice divino que me era entregue e apreciei. Desceu quente, rasgando a garganta. Mas o gosto do alcool, aquilo passando pelo estômago, a sensação... Por uns momentos, minha mente saiu, desligou-se, como em um choque. A pressão abaixou e jurei que iria desmaiar; entretanto, tudo voltou ao normal. Havia uns meses que estava longe dessas bebidas.

Mordisquei um amendoim que estava ao redor. Puxei o potinho e fiquei engolindo-os, um a um, enquanto assistia o jogo. Enfim, como era esperado, alguém veio encher o saco. Parecendo meio perdido, pediu as horas. Prontamente mostrei meu celular, um Xperia S White da Sony Ericsson, desbloqueei a tela e mostrei. Não falaria nada. Não queria me importunar.
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Mensagem por Wyatt Morstenson em Sab Dez 08, 2012 1:06 am



Londres, onde as pessoas dirigem do lado errado da rua. Como um bom turista abdiquei de uma semana do meu tempo para visitar os melhores pontos da cidade, o que não foi exatamente excitante, mas pelo menos em uma ocasião ou duas tive visões que valiam a pena e por isso tomei nota. - Esse lance das visões ocorre com tanta frequência que na maioria das vezes eu apenas deixo passar, mas em algumas ocasiões especiais surge algo realmente interessante, que vale a pena se anotado no meu caderno sem pauta.
O caderno em si não era nada demais, só um monte de rabiscos em algumas folhas, muito papel sobrando e uma capa de couro velha e manchada para proteger as páginas de deterioração. Mesmo assim, aquele trapo não tinha preço, previsões para o futuro anotadas detalhadamente, com datas e informações específicas do ambiente onde ocorrem.

Para ser sincero a razão da minha visita a Londres estava em uma daquelas páginas. Segundo a anotação no dia vinte e dois de maio daquele mesmo ano eu tive uma visão de uma chacina envolvendo pessoas com habilidades especiais e algumas poucas dezenas de civis. Se fosse só a questão das habilidades especiais eu não teria me envolvido, mas segundo minhas anotações, no dia trinta de dezembro do ano anterior eu havia previsto um encontro de negócios com os assassinos. Achei melhor averiguar a situação onde eu estava me metendo, e quebrando algumas regras pessoas resolvi intervir na linha dos acontecimentos.

- É aqui. - O taxista parou dez metros antes do bar e eu desci deixando para trás uma nota de cem libras. - Fique com o troco. - O dinheiro era roubado de qualquer forma. Taxistas também tem que comer.


Atravessei a porta do tal Keep Walking Bar ao som de sinetas acima da porta. Nem tentei evitar porque já era previsto que isso aconteceria. Meu visual certamente não era o correto para o ambiente, vi alguns punks de preto e eles pareciam curtir meu estilo, lancei um olhar por cima dos óculos para uns hooligans do outro lado do bar, abri um sorriso de canto de boca para duas garotas indianas bebendo qualquer coisa numa das mesas e por fim sentei ao lado esquerdo de um esquisitão que brincava com um copo de Whisky.
Parando para analisar a situação seria perfeitamente aceitável se me pedissem para sair do bar. Se coloque no lugar dos clientes: um cara de quase dois metros passa pela porta, ele carrega consigo dois revólveres enfiados num coldre duplo e não tem medo de andar com eles. Além disso, o cara usa um chapéu de cowboy preto na cabeça e anda por aí com um casaco de couro como se fosse um cantor de Heavy Metal. O pior não é isso, é a barba estilo Rob Halford.


- Parceiro, se a gente tá na Inglaterra porque tô vendo baseball nessa TV? Bota no jogo do Manchester. Aposto uma rodada de cerveja pra todo mundo que está dois a um pro Everton! - Os punks pouco se importaram, mas os Hooligans torcedores do Manchester aceitaram a aposta, o que fodeu com eles porque o resultado estava previsto. As indianas apenas se olharam e desviaram o olhar quando as encarei. - Pro diabo com isso, me trás uma cerveja das brabas. Ouvi dizer que aqui a cerveja é quatro vezes mais forte!

Retirei os óculos escuros e enfiei uma de suas pernas na gola da camisa. Olhei pros meus companheiros de bar - o cara do lado e o cara ao lado dele - pensei em dizer alguma coisa inteligente e mostrar que tenho algumas habilidades também, mas isso soaria bem pretensioso, por isso resolvi puxar assunto da forma mais espontânea que eu conheço.

- Algum de vocês tem algum cigarro?
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Stanley L. Fuhr em Sab Dez 08, 2012 2:14 am

Pessoas marrentas existiam em qualquer lugar. É quase como bosta, sabe? Brota do chão, dos cachorros, dos pássaros, de tudo. E o pior dessas pessoas era que elas fediam tanto quanto o esterco.

O garoto - já não tão novo assim, mas apenas um pequeno gafanhoto, after all - que me pedira sobre as horas estava bem vestido, tinha uma cara simpática e embora estivesse bem perdido (visível em seus atos), não me apetecia nada. Era só um desses londrinos, provavelmente, que compraria uma Heineken da vida e sairia, indo pra uma reunião da bolsa de valores ou algo assim. Já o cara que chegou logo depois dele já estava mais pra um cavalo maluco da idade média.


O que esse babaca tem na cabeça? Meneei a minha de um lado para o outro, quase como não acreditando. Todo desengonçado, ele parecia estar no Texas guiando um daqueles touros mecânicos no meio de um show de metal. Fora isso, seu cabelo aparentemente sujo, ligado com a barba - que de tão feia não era nem mal feita, e sim não feita - e as pistolas que guardava nas laterais da cintura o faziam parecer um cowboy, desses que brigavam o dia inteiro em bares feito de vime. Merda, só pra estragar tudo.

Alguma coisa me fez não gostar dele. Quer dizer, não posso dizer que odiava-o, mas apenas desgostava, sabe? Aquele mau presentimento. Sentia que ele queria o meu mal, sabia que ele tava pouco se fudendo pra tudo. E ele era relativamente ameaçador. O garçom correu para atendê-lo e pouco a pouco, um ou outro cliente saia de fininho, deixando seus pagamentos sobre a mesa.

Ele perguntou alguma coisa sobre cigarro, e eu negativei com a cabeça. Foi aí que percebi que ele estava sentado do meu lado.
Bosta, tomei no cu.

- Não, não tenho. - Guardei o celular que antes usara para mostrar as horas no bolso inverso da arma. Foi aí que o meu casaco abriu um pouco o fecho e o início da águia se mostrou. Fechei velozmente o casaco, tentando evitar qualquer confusão.

Pensei em dizer qualquer coisa, mas deixei-o sozinho. Guardei a carteira e fiquei mordiscando e bebendo, de gole em gole, os meus pedidos. Ele começou a berrar alguma coisa sobre Manchester e alguma coisa, e logo depois ele também descobriu o resultado do jogo. Me pareceu bastante sagaz; provavelmente estava assistindo o jogo antes de entrar e fez isso pra tirar com a cara de uns babacas destruidores que já estavam bêbado havia um tempo.
Fiquei na minha. Acompanhei o jogo e mordi um amendoim.
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Mensagem por Wyatt Morstenson em Sab Dez 08, 2012 2:36 am



Nenhum cigarro? Da última vez que assisti um programa no Nat Geo falava qualquer coisa sobre os povos do mundo. Eu só via esse tipo de programa pra ver como tem gente estranha nesse mundo, tipo os pescadores turcos que enchergam melhor quando estão mergulhando ou a tribo africana que vive nas árvores. Segundo o programa os londrinos fumavam pra cacete, além não darem a mínima pra tratamento dentário.

- Sem cigarros? Que decepção... - Reparei a atitude alerta do rapaz do meu lado mas não reparei o bar ficando vazio. - Chefia, desce mais uma pra mim e pro meu amigo aqui... - Sentado em um banco de madeira redondo era mais fácil virar para o lado que o normal. Dei dois tapas nas costas do rapaz que parecia estressado, tentei medir bem a força pra não parecer como um gesto ofensivo.

Sem comer nada eu ia acabar ficando bêbado mais rápido do que o pretendido; cacei com os olhos um cardápio ou pelo menos um aviso mas como não encontrei nada fui no estilo verbal, torcendo pra ele ter alguma coisa pra comer lá dentro.

- Chefe, arruma umas batatas fritas pra mim por favor... Se não der pode ser essa tal batata recheada que vocês adoram. - Virei, novamente, pro meu companheiro de bar. - Ces caras sabem fazê uma batata! Já comeu alguma?

Assim como todo apreciador de cevada, mandei goles e mais goles de cerveja pra dentro.

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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Stanley L. Fuhr em Sab Dez 08, 2012 2:47 am

- Não há necessidade, mas valeu. - Falei curta e irritadamente para o homem, que já ia me servindo uma cerveja. Estava na primeira dose do Whisky, e seria naquela que ficaria por um tempo.

Depois de toda a ladainha, ele veio com um papo de batata e alguma coisa parecida com uma pergunta surgiu. Ignorei sem nenhuma indecisão e apenas acrescentei um curto não, ao que ele terminou de falar. Não queria parecer grosso nem nada, acredito que isso parecia óbvio, só não queria ser incomodado.

Meu celular vibrou e dei uma olhada, tirando-o do casaco, para verificar. Era apenas uma atualização tosca do Android, então bloqueei e o pus de volta no lugar. Era chato esse tipo de coisa: sozinho no mundo, em outro continente... Não havia muitas pessoas que me procurariam. Não que eu desse uma importância para isso, porém as vezes parecia que iria aparecer algum trabalho ou algo assim, mas nada vinha.

Decidi virar o Whisky de uma vez, e assim o fiz. O gelo desceu junto e o triturei com os dentes, junto com um ou outro amendoim. Meu olhos estavam latejando um pouco e aquele baque fez minha pressão baixar de novo, porém não tanto quanto a outra. Pedi outra dose pro garçom, que atendeu prontamente, embora ele tenha dado um olhar como de medo, meio que pedindo ajuda. Não sei por que para mim. O cara estava espantando clientela, fato; mas o problema não era meu.

Tirei alguns amendoins de uma mesa que ficava logo atrás do balcão, pus em cima do mesmo e peguei. Ofereci aos dois homens que me cercavam com um gesto comum. Não iria oferecer alguma brecha para que puxassem assunto.
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Wyatt Morstenson em Sab Dez 08, 2012 3:01 am

- Não tem batata? Mas que merda de bar é esse?... - Se não tinha comida ia precisar de alguma coisa pra encher a barriga. - Desce mais duas garrafas de cerveja. - Neguei os dois copos com um gesto.

As garrafas ainda estavam com a tampa mas usando toda minha malandragem de mestre cervejeiro abri usando as bochechas, ao mesmo tempo, o que deixou tudo mais legal, pelo menos na minha cabeça.

- Duas garrafas por vez no estilo da velha Dakota... - Foi um comentário meio sem sentido, deveria ter ficado só na minha cabeça.

Levei as duas ao mesmo tempo até tocarem meus lábios, com o gargalo de ambas se tocando. Enclinei um pouco o corpo pra trás e coloquei as garrafas quase na vertical; numa manobra digna de um SKULL virei as duas garrafas ao mesmo tempo, deixando inclusive um pouco de espuma em meio aos pelos do bigode.

- Desce mais duas, chefia. - Agarrei um punhado de amendoins com a mão direita sem demonstrar preocupação com etiqueta.
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por David C. Gauthier em Sab Dez 08, 2012 9:36 am




Dando Passeio? Quem sabe...

« What the Fuck »
"Opa, que Londres interessante."
Pedia educadamente as horas, para o homem que acabara de pedir um Whisky, e ele, apenas desbloqueava o ecrã do seu telemóvel, mostrando-mas. Eu notava que ele não era pessoa de ser social. Enfim, eu via aquela atitude como de alguém mal educado. Mas não estava aí para me importar. Acertava o meu relógio de pulso, e ao mesmo tempo, o bar-man entregava a minha Caipiroska. Após acabar de acertar o relógio, provava a bebida. Hum, estava boa. Impressionado fiquei, por uma Caipiroska ficar tão gostosa num lugar como Londres. E eu realmente gostava do sabor de álcool. Enfim. Alguns golos, com pequenos espaços de tempo eu dava, e enquanto isso, um homem, alto, com aparência de um Wrestler, entrou. Alto, barbudo, com duas armas à vista de qualquer um observador e perspicaz. Hum, Londres realmente era interessante. Aquelas duas pessoas eram estranhas. Melhor, diferentes. O que mais interessante era.

O homem barbudo aproximava-se, e ao mesmo tempo, pedia se alguém tinha um cigarro. Hum, aquelas palavras pareceram-me forçadas. Hum? Estaria ele a tentar meter conversa? Que contraste interessante, comparando a aparência... Eu simplesmante respondia "No friend". O antigo mal-educado guardava rapidamente o seu celular, e ao mesmo tempo, revelava o início da águia de uma arma. Eu, escondendo os meus olhos com meus óculos de sol, conseguia notar tudo, sem chamar o mínimo de atenção. Ahah, cada vez mais interessante este "Keep Walking Bar".
O barbudo dava uns tapas nas costas do mal-educado. Parecia um gesto de conforto. Afinal, o mal-educado parecia um pouco estressado com o homem de aparência estranha tão perto. Enquanto isso, eu reparava que os clientes começavam saindo do bar. Seria por causa do barbudo? Hum, quem sabe... Eu apenas ficaria alí, obviamente.

O mal-educado pegava nuns amendoins, e colocava-os em cima da mesa. Bem, afinal nem era tão mal-educado. Secalhar apenas estava num dia mau, ou não queria ser incomodado por ninguém. Bem, nesse sentido, é parecido comigo. Apenas que tento esconder minhas emoções mais facilmente, provavelmente. Pegava alguns amendoins, e comia devagar. Enquanto isso, dava uns goles naquela Caipiroska. Hum, estava gostos aquele pequeno momento, enquanto via o jogo do Manchester. Agora eu reparava, o barbudo tinha facilmente adivinhado o resultado. Hum, deve ter sido sorte, provavelmente, ou então... Não, não pode ser. Impossível. Enfim...

O tal barbudo enervava-se, alteravao seu estado, apenas por o bar não ter o alimento que ele queria. Aaaaah, que cabeça quente este. Recusava os seus copos, e pedia duas garrafas. Tendo-as, esvaziou-as com perícia, digno de alguém de gargante rija. Pegava num punhado de amendoíns, como sinal de barbaridade, atirando alguns amendoins para fora do pequeno prato, fazendo-os cair no chão... Não gostei.
-Heey, você. Cuidado com a forma como pega nos amendoins. Botou alguns ao chão. Tem gente passando fome, mostre algum respeito. -Após essas palavras, todos, ou quase, arregalavam os olhos. Eu não tinha dito nada de mais, mas os poucos que tinham ficado no bar, olhavam para mim, como que não acreditando no que eu acabar de dizer. Com certeza, todos intimidados, eram incapazes de dizer algo de género ao homem. Mas primeiro, eu não estava intimidado, segundo, mesmo que estivesse, eu falaria. Esse sou eu, e não mudarei.

Esperaria alguma resposta do homem, que já estava alterado por causa da falta de alimento do bar. Queria ver a sua reação, seria interessante...


Mieux te calmer toi...

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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Stanley L. Fuhr em Sab Dez 08, 2012 2:54 pm

Parecia que o meu gesto de oferecer amendoins havia sido um pouco apreciado. Ao menos o objetivo principal foi realizado: o homem desencanou do fato de não terem batatas, e ao mesmo tempo, me deixou de lado. Derrubou metade dos amendoins e a outra metade esmagou na mão, antes de até levá-los a boca. Isso sem falar do jeito que bebeu algumas garrafas de uma cerveja esquisita e com um cheiro exorbitante de cevada.

Ele já está bebado, conclui. Mesmo antes de entrar, ele já deveria estar fora de si. Mierda, esse tipo de coisa sempre acontece.Ser um SHIELD era como ser uma puta gostosa e barata no meio de um monte de ativisitas feministas; embora estivesse exercendo o que deveria, seria considerado um idiota por ter feito aquela escolha.

Estava pronto para toar alguma atitude em relação ao homenzarrão quando o garoto que me acompanhava do outro lado intimidou-o. Abaixei meu copo de Whisky e fiquei encarando-o, esperando sua reação.
Até que isso poderia ser bom.
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Wyatt Morstenson em Sab Dez 08, 2012 4:35 pm



Já estava tendo resultado todo aquele processo de "ficar doidão". Não estava tão bêbado quanto gostaria, mas aquele momento de êxtase proporcionado antes da embriaguez me deu motivação para continuar. Por um momento pensei em esquecer tudo e beber como num bar qualquer, mas a lembraça da chacina prevista por mim me segurou. Sou um Watcher, meu trabalho é proteger os civis, não matá-los.

Dois bancos a minha direita havia um rapaz, que quando apareceu na visão interpretei como sendo um bom homem, mas que estava começando a soar um tanto quanto babaca. Todo aquele papo de fome no mundo e mostrar mais respeito era besteira de Hippie, e um hippie sujo não iria falar comigo daquele jeito nem fodendo.

- Escuta aqui, ô babaca, se eu recolher esses amendoins no chão eles irão brotar na barriga de um maltrapilho africano? Se você me provar que sim eu recolho agora mesmo. - Como estava no script, peguei o revólver preso a anca direita e usando a canhota apontei contra o rapaz, sem pretenção de usá-la. - Olha pra você. Essa roupa que cê tá usando mata mais gente que meu revólver aqui. Essa calça jeans gasta dez litros de água potável pra ser feita e enquanto isso tem família chorando no Kwait porque não tem nada pra beber. Esse sapatinho de princesa foi feito na malásia ou em algum país fodido, onde as pessoas só vivem até os trinta anos e começam a trabalhar aos sete. - Parei de apontar o ferro para o rapaz mas deixei em cima do balcão, onde eu sabia que conseguiria alcançar rapidamente.

Me ajeitei melhor no banco e bebi a primeira garrafa de forma convencional. Ficar bêbado não era mais uma opção.

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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Stanley L. Fuhr em Dom Dez 09, 2012 12:06 am

Já tinha acontecido o suficiente. Não que eu não concordasse com o que o disforme e grande homem estava dizendo, mas tudo aquilo já tinha agitado bastante o lugar. Os punks estavam mais alterados, os hooligans já estavam puxando briga pro lado dos de cabelo esquisito, o garçom estava praticamente ligando para o 911(pobre Johnny, parecia um cara legal) e o clima ainda estava esquentando. Não queria me envolver com nada, mas como SHIELD, me sentia na obrigação de proteger todo mundo.

Ele é grande. O maior desafio seria realmente o tamanho que esse cara tinha. De força deveriamos ser proporcionais, afinal, eu treinara minha vida toda para ser alguém forte, sagaz e principalmente habil o suficiente para derrubar qualquer um. Como inutilizar ele e essas armas?

Era uma briga de bar, não queria ter que destruir nada e tampouco queria que alguém saisse machucado. Reparei que uma das pistolas estava sobre o balcão e ele estava ocupado bebendo; o primeiro golpe seria apenas jogá-lo longe dessa arma. O segundo seria tirar a outra arma. Depois seria fácil, realmente fácil.

Com um movimento veloz, dá pra chegar nele em menos de um segundo. É só agir. Deixei o Whisky sobre a mesa e comecei todo o movimento.

Minhas pernas agiram rápido: no encosto do meu banco, apoiei-me e joguei-me na direção dele com força mais do que o suficiente para jogá-lo fortemente longe. Não tinha como objetivo derrubá-lo no chão, não; estiquei meu antebraço do braço esquerdo na região do seu pescoço, e levaria-o até chocarmos em uma parede. O baque deveria ser o suficiente para o garotão dar uma relaxada.

No entanto, havia mais ao que se fazer. Com a mão direita, meu movimento seria de puxar o coldre da sua arma, ou ao menos impedir que ele a sacasse. Se possível, pegaria-a e jogaria longe. Queria a luta no mano a mano, e o rapaz que parecia patricinho não poderia sair machucado.
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Cês são tudo viado

Mensagem por Wyatt Morstenson em Dom Dez 09, 2012 12:56 am

O moleque podia até saber brigar, mas numa briga de bar eu tenho faixa preta. Realmente, o tranco me fez sair de perto do revolver e toda aquele movimento aconteceu muito rápido. Quebrei o fundo da garrafa batendo com ela numa mesa próxima, que já estava vazia - os donos estavam trocando socos com os punks -, na medida que me virei novamente para o afeminado tomei uma porrada no pescoço e quase voei contra a parede. Novamente, em briga de bar eu tenho faixa preta; pra entrar na SKULL você tem que saber se virar de alguma forma.

Parei o impacto usando a perna equerda, que após ser flexionada me serviu de impulso para evitar que tirassem meu coldre de mim. Minha distância para o homem era de um metro e meio ou algo próximo disso. Meu coldre ainda estava lá, mas foi apenas sorte. Se tivesse tido mais tempo o afeminado teria meu segundo revólver, o que me salvou foi a maldita fivela. Desci a mão direita até a arma já que na esquerda eu empunhava com maestria uma garrafa quebrada. Aumentei a distância entre mim e o boiolão para algo em torno dos dois metros, colocando antes a garrafa entre nós.

Não sei se foi o destino ou apenas um ótimo serviço de segurança, mas eu já podia ouvir as sirenes bem ao longe. Me afastei mais uns passos e joguei a garrafa quebrada contra o chão, quebrando-a em vários cacos. O local já estava vazio em exceto os homens com poderes e o barman.
Saquei a arma.

- Bichinha, não vô ser preso nem fodendo. - Fui em passos lentos e ao som de sirenes mais altas até o balcão, e estando lá passei a transferir a mira da arma aos dois homens que eu sabia que tinham super poderes. - Vâmo fazê o seguinte: eu vou embora como se nada tivesse acontecido e cês dois voltam a namorar normalmente. Que tal? - Usando a mão livre peguei com agilidade a arma sobre o balcão, agora já estava empunhando as duas ao mesmo tempo, uma apontada pra cada um. Do playboyzinho hippie eu estava próximo, mas do ninjinha já havia uma distância segura. - Isso aqui tem saída pelos fundos? - O barman tava assustando demais pra responder mas apontou pra uma porta no mesmo corredor que dava no banheiro feminino.

Fui andando a passos lentos, sem perder a mira nos dois homens. As luzes já piscavam fora do bar, eram mesmo sirenes.
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por David C. Gauthier em Dom Dez 09, 2012 11:25 am




Dando Passeio? Quem sabe...

« What the Fuck »
"Ya Fucking Dickhead"
O barbudo ficava mais enervado com as minhas palavras ainda. Eu ria dentro de mim. Ele enervava-se facilmente, perdia o controlo em questão de segundos. Que amador, pensava eu.
Ele após falar tretas e mais tretas sobre a minha forma de vestir, apontava-me uma arma. Secalhar a intenção dele era intimidar-me, assustar-me, sei lá. Tinha sido em vão, obviamente. Eu fazia um sorriso cínico enquanto tinha uma arma apontada à cabeça. Ele apenas a pousava no balcão. Eu preparava a minha ação, quando...

O outro homem saltou em cima do barbudo. Atirou-o contra a mesa. Agora sim fiquei surpreendido, sem demonstra-lo objetivamente. Ele era mais pequeno, mas tinha muita velocidade e poder. Hum, que interessante. Agora o meu sorriso ficava cada vez maior. Enquanto aquilo tudo, eu continuava a beber a minha gostosa Caipiroska. O homem falava algo sobre a polícia. Realmente eu já tinha ouvido as sirenes faz algum tempo. Enfim. Tanto medo de ser preso. Parecia realmente um preso fugitivo. Patético!

Ele atirava a sua arma improvisava, uma humilhante garrafa partida, cortante, para o chão estilhaçando-a. E voltava para o balcão. Agora ele ficava próximo a mim, e ao mesmo tempo afastava-se do outro sujeito poderoso. Humm, que tal fazer algo agora? Seria algo simples, ele nem sequer daria conta. Ele estava a menos de 2 metros de mim. Eu usaria o meu poder, mas ninguém conseguiria nota-lo, esperaria eu que assim fosse. Realmente, eu não gostava que soubessem que tenho algum poder. É.
O homem pegava na sua antiga arma, e apontava as armas para mim e para o sujeito poderoso. Ele não deveria ter-se aproximado de mim assim. Com a minha manipulação atómica, eu consigo controlar e manipular qualquer átomo ao meu redor. Assim sendo, consigo controlar os átomos todos, podendo assim controlar matérias, gráças ao controle exímio do que constitui as matérias... Átomos. Em suma, era fácil para mim fazer um balcão mover-se ou parecido, pois o mesmo era composto de madeira, e bastaria-me controlar os átomos que constituem a madeira, para conseguir fazer o balcão mudar de forma, mover-se, etc. Mas como eu disse, tentaria agir de forma que não se apercebessem.

Eu não precisava de mexer meu corpo sequer para o meu poder funcionar. Bastava querer, pensar sobre, e acontecia. Assim sendo, com meu poder, eu iria partir os gatilhos das armas do barbudo. Ele estava perto de mim, seria facil controlar aqueles átomos que constituem o aço inoxidável. Movendo os átomos de ferro e cromo, constituintes dos dois gatilhos de cada arma, eu faria um fenda na ligação do gatilho com a mola. Assim sendo, os gatilhos normalmente iriam separar-se do resto das armas. Mas, eu não fazendo nenhum movimento, seria muito dificil saber que eu seria o causador de tal. Enfim, seria perfeito. O homem parece depender demais das armas, sem elas, seria uma situação complicada para ele. Também, ele não deveria ter-me apontado uma arma sem mais nem menos. Não à frente de tantos inocentes. Ele atirou as atenções de mais.

Eu não estava preocupado com a polícia. Eu poderia fugir facilmente, bastaria mover os átomos de uma parede dos fundos, abrindo assim um fenda na parede, para poder fugir pela parede ou parecido. Agora o barbudo, ele realmente dependeria de uma porta, sendo ele tão grande e espaçoso, ele não conseguiria fugir por um espaço reduzindo como uma janela ou fenda. Agora queria ver o que o homem faria, sem ter, hipotéticamente, as suas armas à sua disposição...


T'est vraiment un bouffon putain.

CODE BY ANARCHY

OFF:
off: Sobre o meu poder, não ultrapassei as minhas fraquezas. Apenas controlei átomos de uma unica matéria ao mesmo tempo (Aço inoxidavel, metal de um revolver), e Wyatt não estava a mais de 2 metros de distância. Portanto, não sobre-pus nenhuma fraqueza minha, pois permiti-me fazer o que fiz no primeiro nivel, como eu cito na descrição...
Boa sorte a todos.
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Christopher J. Rogers em Dom Dez 09, 2012 9:14 pm

Off: Cheguei e matei todos. '-'
Isso é o que você faz. Seu poder é OP. Vamos aos poucos, você é LEVEL 1, não conseguiria nem controlar seu poder ao todo. Enfim, ou você diminui o que consegue fazer ou muda o poder. '-'
Seu template está desconfigurando a página, mude-o.
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Re: Keep Walking Bar

Mensagem por Stanley L. Fuhr em Dom Dez 09, 2012 9:35 pm

Off: Mas mestra o bagulho também, caraio. Diz o que houve, se ele conseguiu se defender certo, inventa alguma coisa pra ficar legal.
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Re: Keep Walking Bar

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